Alvorada

(Título provisório)

Um velho reporter de polícia.
Duas donas de casa. Três chiuauas.
Um apartamento na Tijuca e alguns panelaços

A vida invisível
de Eurídice Gusmão

“Prepare-se para amar Eurídice” (Kirkus review), a protagonista desse “romance sedutor” (New York Times). Um livro “jubilante” (Madame Figaro), “extraordinário” (Vogue Brazil) e
encantador (Elle França)

Eleito um dos melhores livros do ano por Cora Ronai, escolhido como Livro do Mês da rede Salsburry da Inglaterra, A vida Invisível de Euridice Gusmão conta a história de duas jovens irmãs no Rio de Janeiro dos anos 1950. Guida e Eurídice têm sonhos, planos e desejos, que não conseguem se concretizar numa sociedade engessada por dogmas, preconceitos e tradições.

 

Ao longo da trama, Martha Batalha nos brinda com personagens repletos de carisma e idiossincrasias, que se assemelham pelo potencial perdido e o anseio subliminar por uma vida melhor: Antônio, o solteirão dono da papelaria que nunca se casou para ficar ao lado da mãe. Zélia, a vizinha amarga com vocação para o jornalismo. Ana, mais interessada em fazer versos que cuidar dos filhos.

 

O tema central do primeiro romance de Martha Batalha são os talentos desperdiçados e os desejos que não se realizam. A busca consciente e inconsciente dos personagens se dá numa narrativa envolta em fino humor e ironia. “A vida invisível de Eurídice Gusmão” é um romance cheio de vida, engraçado, emocionante, melancólico e inesquecível.

NuncaHouveUmCastelo_3D.png

Nunca Houve um Castelo

Um romance que se inicia como fábula e termina como um retrato melancólico do Rio

“Numa prosa que esbanja bom humor” (Metrópoles), e que “compõe o vibrante retrato de um bairro” (Cora Ronai), Nunca Houve um Castelo descreve a origem, apogeu e decadência de Ipanema através da história da família Jansson.

 

No início do século XX, Johan e Brigitta Jansson vêm da Suécia para o Brasil e constroem um castelo em um lugar ermo e distante do Centro da cidade, conhecido como Ipanema. Algumas décadas depois, o castelo não mais existe, e os descendentes de Johan têm que lidar com as novas questões do bairro e do país, como a revolução sexual, os ideais femininos e feministas, o sonho da ascensão social, a reação e as consequências do golpe militar.

Considerada leitura necessária (Elle França), e escrito em prosa vivida (Lire, Itália), Nunca Houve um Castelo é uma saga familiar embebida em história, construída com doses de humor, ironia e sensibilidade. A riqueza e a complexidade dos múltiplos personagens permitem tratar de
temas que se entrelaçam e definiram a sociedade brasileira nas últimas décadas. É um romance sobre escolhas e arrependimentos, sobre a matéria granular da memória e as mudanças imperceptíveis e irremediáveis do tempo.